Corinthians estreia em 2018 contra PSV; veja análise sobre o que esperar do Timão

10/01/2018 - 07:01

Por Marcelo Braga, São Paulo

10/01/2018 06h00  Atualizado há 2 horas

O Corinthians que começou 2017 vencendo o Vasco por 4 a 1 no Torneio da Flórida não foi o mesmo que conquistou o Paulistão meses depois e era bem diferente daquele que foi campeão brasileiro em dezembro.

Reforços chegaram (Pablo e Jadson), o desenho tático mudou, e Fábio Carille se consolidou. Ou seja, a primeira impressão em 2018 não será definitiva.

Nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), o Timão abre 2018 contra o PSV Eindhoven, da Holanda, pelo Torneio da Flórida, com alguns pontos de interrogação após sete dias de preparação:

 

  • Juninho Capixaba substituirá Guilherme Arana à altura?
  • Kazim substituirá Jô à altura até a chegada de um reforço?
  • O time funcionará no retorno definitivo do esquema 4-1-4-1?

 

As respostas, é claro, não serão resolvidas neste jogo. Segundo o preparador físico Walmir Cruz, o time deve engrenar em quatro ou cinco jogos, durante o Paulistão. Até lá, o grupo deve ganhar reforços: o zagueiro Henrique está apalavrado. Um centroavante é buscado pela diretoria – Henrique Dourado desponta como o preferido.

Fábio Carille ainda espera que Alessandro e a diretoria tragam reforços (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)Fábio Carille ainda espera que Alessandro e a diretoria tragam reforços (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

 Fábio Carille ainda espera que Alessandro e a diretoria tragam reforços (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians) 

Parte tática

Agora no 4-1-4-1, o Timão repetirá a postura que mostrou em alguns momentos de jogos na reta final do Brasileirão. Quando precisava vencer, Carille sacava um volante do esquema 4-2-3-1, apostava na entrada de Jadson e investia na velocidade e na recomposição de seus dois pontas (Romero e Clayson).

A troca funcionou diversas vezes, como por exemplo no jogo do título, quando o Timão virou diante do Fluminense, venceu por 3 a 1 e garantiu o heptacampeonato.

Na frente, porém, Kazim não é Jô. Além dos 25 gols marcados na temporada passada, o centroavante vendido ao futebol japonês participava da construção das jogadas e era peça importante na origem do ataque: Cássio batia o tiro de meta, Jô ganhava de cabeça e iniciava o ataque com algum companheiro.

 

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